Grupo Imbuaça de Teatro

A História de Grupo em Fatos1

foto história imbuaça


2013 –
O grupo viaja para São Paulo com “A Farsa dos Opostos” e participa do Circuito Cultural Paulista  e Virada Cultural 2013.

virada cultural 2013
A Farsa dos Opostos
a farsa
A Farsa dos Opostos
a farsa
A Farsa dos Opostos


2012 -
Imbuaça 35 anos. Remontagem, através do Prêmio Artes de Rua- MINC/FUNARTE, de “A Farsa dos Opostos”. Texto de Clotilde Tavares,  direção de João Marcelino.

a farsa - rei e rainha
 A Farsa dos Opostos
farsa 
A Farsa dos Opostos
a farsa 
A Farsa dos Opostos


2011 –
Participação no projeto do SESC/ Palco Giratório - o grupo faz 71 apresentações em 16 Estados brasileiros e o Distrito Federal com os espetáculos “Teatro Chamado Cordel”, “A Grande Serpente” e  “O mundo tá virado...

cordel
Teatro Chamado Cordel
a grande serpente
A Grande Serpente
mundo ta virado
O Mundo Tá Virado...


2010 – Montagem de “A Grande Serpente” do potiguar Racine Santos com direção de João Marcelino.

serpente - mulheres2
A Grande Serpente
serpente - joana sombra
A Grande Serpente
serpente - santinha
A Grande Serpente


2009 – Remontagem de “O Senhor dos Labirintos” com ex-alunos do Nosso Palco é a Rua  e as participações de Rivaldino Santos e Lizete Feitosa, direção de Lindolfo Amaral. Montagem de “O Mundo Tá Virado. Tá que vai ou não vai. Uma banda pendurada a outra em breve cai”- dramaturgia e direção de Iradilson Bispo.

mundo ta virado
O Mundo Tá Virado...
mundo tá virado - fateira
O Mundo Tá Virado...
mundo tá virado - abertura
O Mundo Tá Virado...


2008 - Os alunos continuam em cena com “Comadre Caetana”, dirigido por Lindolfo Amaral, “O Martelo de Deus”, “A Hora da Estrela” e a remontagem do auto natalino “Tá Caindo Fulô”, com direção de Iradilson Bispo. Realização da Mostra Brasil de Teatro de Rua com as participações de grupos sergipanos: Boca de Cena, Strutifera Navis, Imagem, Mamulengo de Cheiroso, São Gonçalo, Reisado do Marimbondo e de outros Estados: Alegria, Alegria/RN, Joana Gajuru/AL, Ta na Rua/RJ, Teatro que Roda/GO, Falos e Stercus/RS.

mostra brasil de teatro de rua
Mostra Brasil de Teatro de Rua
a hora da estrela
A Hora da Estrela
CUMADRE CAETANA
Comadre Caetana

2007 - Montagem do auto natalino “Tá Caindo Fulô” com alunos dos projetos sociais, texto e direção de Iradilson Bispo.  Montagem do primeiro espetáculo infantil do grupo, “O Palhaço e a Bailarina”, da obra dos escritores Antônio Carlos Viana e Sônia Maria Machado.

auto de natal
Ta Caindo Fulô
o palhaço e a bailarina
O Palhaço e a Bailarina
o palhaço e a bailarina
O Palhaço e a Bailarina


2006 - Pequenas participações em eventos e rearrumação da casa. Montagem “Natal na floresta dos ursinhos”- texto de Lindolfo Amaral e Manoel Cerqueira, direção de Tetê Nahas, cenário e figurino de Iradilson Bispo, produção de Isabel Santos. Elenco: alunos do Ponto de Cultura “Nosso Palco é a Rua” e as participações de Luciano Lima e Rita Maia.

natal na floresta dos ursinhos
Natal na Floresta dos Ursinhos
natal na floresta dos ursinhos
Natal na Floresta dos Ursinhos
natal na floresta dos ursinhos
Natal na Floresta dos Ursinhos


2005 – Falece a atriz Valdice Teles. Implantação do Ponto de Cultura “Nosso Palco é a Rua” com o patrocínio do Ministério da Cultura - projeto de formação técnica em teatro para 40 adolescentes. Ingressam oficialmente no grupo Iradilson Bispo e Manoel Cerqueira.

nosso palco é a rua
 Nosso Palco é a Rua
nosso palco é a rua
Nosso Palco é a Rua
nosso palco é a rua 
Nosso Palco é a Rua


2004 – Montagem de “Desvalidos” - dramaturgia concebida por Ivan Cabral inspirada na obra do escritor sergipano Francisco Dantas com direção do paulista Rodolfo Garcia Vasquez. Embarca no projeto Caravana FUNARTE de Teatro/NE - Fortaleza, Guaramiranga/CE; São Luís/MA e Riachão do Dantas/SE.

desvalidos
Desvalidos
Desvalidos
Desvalidos
Desvalidos
Desvalidos


2003 - Montagem de “A Dança dos Santos” - texto e direção de Valdice Teles e participação dos atores convidados Pierre Feitosa e Isaac Galvão.

2002 - Participação em festivais, remontagem do espetáculo “Antônio Meu Santo” com a direção de Lindolfo Amaral. O grupo celebra os seus 25 anos com a realização de um Seminário sobre Teatro de Rua no Brasil com as participações de: Amir Haddad/RJ, Ilo Krugli/SP, Paulo Flores e Tânia/RS, Nelson Brito/MA, Waneska Pimentel/AL, Fernando Peixoto/SP, Márcio Meireles/BA, Fernando Augusto/PE, dentre outros. Nasce o Projeto Mané Preto, patrocinado pelo BNDES, oferecendo oficinas de teatro, música e dança para crianças e adolescentes do bairro e arredores.


2000 – Começa um trabalho social através da arte com crianças do bairro Santo Antônio - teatro, música, dança, e muita brincadeira.

projeto mané preto
Alunos do projeto Mané Preto
projeto mané preto
Alunos do projeto Mané Preto
projeto mané preto
Alunos do projeto Mané Preto


1999 – Primeira montagem  teatral feita no Brasil  sobre a vida e obra do artista sergipano Artur Bispo do Rosário. O espetáculo “Senhor dos Labirintos” encanta o país. Com dramaturgia do paranaense Mauricio Arruda Mendonça e direção de João Marcelino. Os críticos cariocas reverenciaram a peça durante a temporada realizada no mês de junho no Teatro Nelson Rodrigues. O grupo participa na cidade de São Paulo da montagem de “Além da Linha D’água” com as participações de Marília Pêra, Quinteto Violado, Grupo de Aboiadores de Serrita/PE e Grupos do Movimento da Quixabeira/BA – Direção de Ivaldo Bertazzo.

senhor do labirinto
Senhor do Labirinto
senhor do labirinto
Senhor do Labirinto
além da linha dágua
Além da Linha D'Água


1998 – O grupo realiza uma Oficina de Teatro de Rua, faz demonstração de trabalho e apresenta “A Farsa dos Opostos” na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe - Sessão Fortaleza/CE juntamente com o Diretor colombiano Santiago Garcia.


1997 – Imbuaça mergulha em Gil Vicente e monta “O Auto da Barca do Inferno” com a direção de João Marcelino.

auto da barca
O Auto da Barca do Inferno
auto da barca
O Auto da Barca do Inferno
auto da barca
O Auto da Barca do Inferno


1996 –
Imbuaça apresenta “A Farsa dos Opostos” no Festival Internacional de Teatro de Londrina.



1995 – Mariano Antônio Ferreira dirige o espetáculo “Antônio Meu Santo” e durante a temporada falece vítima de acidente automobilístico. O grupo monta  no mesmo ano “Chico Rei”, texto de Walmir Ayala, direção de João Marcelino e “Mulheres de Eurípedes”, direção de Lindolfo Amaral e Valdice Teles que também assinou a dramaturgia.

antônio meu santo
Antônio Meu Santos
antônio meu santo
Antônio Meu Santos
antônio meu santo
Antônio Meu Santos


1994 – Nova viagem ao exterior - Projeto Cumplicidades – Porto, Bragança, Alijustrel, Amarante, Valongo, Castro Verde, Mertola, Tondela/Portugal.


1993 – Participações em festivais no Brasil.


1992 – Montagem do espetáculo "A Farsa dos Opostos”, com pesquisa do grupo, dramaturgia de Clotilde Tavares e direção de João Marcelino.

A FARSA
 A Farsa dos Opostos
a fasra 1º
 A Farsa dos Opostos
a farsa
 A Farsa dos Opostos


1991 - O Imbuaça invade um pequeno prédio abandonado: a antiga Escola Municipal Adbias Bezerra no bairro Santo Antônio, onde funciona a sua sede a partir de um contrato de comodato com a Prefeitura Municipal de Aracaju. Mais uma vez o grupo embarca para Portugal para participar do FITEI – Festival Internacional de Expressão Ibérica, na cidade do Porto.


1990 - Participa do Festival Internacional de Teatro no Equador e se apresenta nas cidades de Portoviejo, Manta, Guyiaquil e Quito.


1989 – Mariano Antônio e Valdice Teles fazem a direção de “Nu e Noturno”. Dramaturgia concebida a partir de textos de poetas sergipanos.

nu e noturno
Nu e Noturno
nu e noturno
Nu e Noturno
nu e noturno
Nu e Noturno


1988 – Montagem do espetáculo “As Irmãs Tenebrosas”, dirigido por Lindolfo Amaral e dramaturgia concebida pelo grupo a partir de folhetos adaptados por João Augusto. A estréia ocorreu no Festival Nacional de Teatro de São José do Rio Preto/SP.

irmãs tenebrosas
As Irmãs Tenebrosas
irmãs tenebrosas
As Irmãs Tenebrosas
irmãs tenebrosas
As Irmãs Tenebrosas


1986/1987 - O Imbuaça vai ao exterior pela primeira vez - Festival de Teatro e Expressão Ibérica – Porto/Portugal. Monta “Velha Roupa Colorida”, com o objetivo de levar às ruas uma discussão sobre a Constituição Brasileira.

velha roupa colorida
Velha Roupa Colorida
velha roupa colorida
Velha Roupa Colorida
velha roupa colorida
Velha Roupa Colorida


1983 a 1985 - Participações em diversos festivais no Brasil.


1982 – Montagem de “A Gaiola”, primeiro espetáculo destinado exclusivamente para o palco. Mariano Antônio entra para o elenco do Imbuaça.

a gaila
 A Gaiola
a gaila
 A Gaiola (ensaio)
a gaiola
 A Gaiola


1981 –
Montagens de novos trabalhos.



1980 – Começa a participação em grandes festivais pelo Brasil. Ingressam no Imbuaça os atores Valdice Teles, Paulo Roberto, Fernandes Barbosa e Isabel Santos. Início da participação do grupo no Encontro Cultural de Laranjeiras/SE.


1979 – O Imbuaça torna-se presente no Festival de Arte de São Cristóvão/SE de 1979 a 2002.


1978 – O Imbuaça estreia sua primeira montagem com o texto “O Matuto com Balaio de Maxixe” na praça D. José Thomaz no bairro Siqueira Campos em Aracaju. O nome do embolador sergipano Mané Imbuaça, assassinado na Praia Atalaia inspirou a denominação do grupo numa homenagem a esse artista popular. E de “Aspectrus”, primeiro nome, surge o Grupo Teatral Imbuaça em 28 de agosto de 1978. Nesse mesmo ano participa do FASC – Festival de Arte de São Cristóvão/SE. Nesse período, Lindolfo Amaral, integra-se à trupe participando da montagem do espetáculo: “Teatro Chamado Cordel.

teatro chamado cordel
Teatro Chamado Cordel
teatro chamado cordel
Teatro Chamado Cordel
teatro chamado cordel
Teatro Chamado Cordel


1977 – O Serviço Nacional de Teatro desenvolveu uma série de ações na área do teatro, em todo o Brasil. Em Aracaju os diretores pernambucanos Lúcio Lombardi, Gilson Oliveira e José Francisco ministraram as oficinas de Direção Teatral, Interpretação e Expressão Corporal, respectivamente, no Instituto de Educação Rui Barbosa em julho de 1977. O trabalho de conclusão foi apresentado no Auditório Lourival Baptista. Devido ao sucesso alcançado, 36 participantes resolveram criar um grupo de teatro. Durante o Festival de Arte de São Cristóvão os integrantes conheceram o trabalho do Teatro Livre da Bahia, cujo espetáculo de rua utilizava o Cordel como dramaturgia. Todos ficaram encantados com a linha de pesquisa do grupo baiano e resolveram seguir o mesmo  caminho. Nesse período, já havia ocorrido uma redução do número de integrantes. Dos 36 permaneceu, Francisco Carlos, Pierre Feitosa, Maria das Dores, Maurelina Santos, Antonio Amaral, José Amaral, Cícero Alberto, Virgínia Lúcia, Gilma de Oliveira e Joseilma de Oliveira.

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